Vitória

A vitória deve ser o grito ecoado, não pela boca, mas pelo resplendor da luz, na ressurreição.

Um dia esse grito ecoou de uma tumba, grito este que até os vossos dias ecoa, como a vitória da vida sobre a morte, e chamais ressurreição.

Este grito de vitória deve ecoar na tumba da vossa tristeza, pela alegria de viver...

Da tumba do vosso egoísmo, pela alegria de dar...

Da tumba do vosso desespero, pela alegria da esperança...

Da tumba do vosso orgulho, pela alegria da humildade...

Enfim, irmãos, da tumba da vossa desconfiança e incredulidade, pela alegria da fé. Fé serena no poder do Cristo, que, com sua ressurreição, vos congrega a ressurgirdes, com Ele, no tempo do Evangelho, da tumba cavernosa e fétida da matéria inútil, para a eternidade e beleza da vida do Espírito.

Com Ele, sois vitoriosos. “Quem nos poderá separar do amor do Cristo? A morte, a doença, a dor, de tudo isto já somos vitoriosos, pela vida do Cristo Jesus em nós”, nos diz o Apóstolo Paulo.

Portanto, irmãos, à vitória, pois a derrota não é condição de vida dos filhos de Deus! 

Luiz de Gonzaga